Mostrando postagens com marcador Ensino Apostólico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ensino Apostólico. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de abril de 2016

Boletim Informativo Igarf / 03 de abril / 16



ESPERANÇA EM MEIO À CRISE

Uma das coisas mais difíceis de fazer durante nossa vida terrena é manter a esperança durante os tempos de crise. Quando os relacionamentos são quebrados; os diagnósticos médicos assustadores; as finanças trabalham no vermelho; o ministério não apresenta fruto; a fé dá lugar à incredulidade e ao desânimo; quando a paz nacional e mundial estão ameaçadas por conflitos políticos, econômicos e sociais. Quando olhamos para todas as direções, e nada há que indique uma melhora nestes quadros terríveis, só existe uma opção. É hora de buscar ao Senhor fervorosamente (Os 10:12).

Pelo que se sabe, antes que o Senhor autorizasse que Nabucodonosor finalmente arrasasse com Judá e Jerusalém, Ele enviou seus profetas para despertar aquele povo por cerca de 200 anos. Deus levantava e enviava seus profetas para alertá-los de que deveriam voltar para quem os havia tirado do Egito e introduzido naquela boa terra. Que os havia feito vencer a tantos inimigos e lhes entregue a Lei, os Juízes, os reis e os sacerdotes. Voltar principalmente para Aquele que lhes havia prometido um Messias Poderoso. Mas em todo esse tempo, os ouvintes dessas profecias preferiam tapar seus ouvidos, fechar seus corações e matar os profetas (Jr 29:19).

Muitas vezes, ao lermos sobre a fúria com que Babilônia entra em Jerusalém, e como seus exércitos humilham e destroem a cidade e muitos de seus habitantes, nos perguntamos a razão pela qual o Deus de amor não impediu tal ação. Normalmente fazemos isso por não prestarmos atenção nos pontos citados acima. Deus nunca libera seus juízos sem dar ampla oportunidade de arrependimento e conserto para aqueles que serão julgados, afinal, Ele é o Justo Juiz. Mesmo com toda sua longanimidade, se os seus apelos de despertamento não são atendidos, Ele tem que agir. E foi assim que os judeus caíram em sua conhecida vergonha.
O mais maravilhoso nessa história, é que o calor e a pressão dos juízos de Deus tinham um prazo determinado para acabar, pois Ele não permaneceria irado pra sempre. Os profetas que anunciavam o juízo, também falavam de um tempo de restauração. Todos que conhecemos a história bíblica, sabemos que após 70 anos seria a hora de voltar e reconstruir Jerusalém, a partir de seu templo. Na hora de Deus, o profeta Daniel orou a profecia liberada por Jeremias e Deus o ouviu, movendo o rei Ciro para autorizar o tão esperado retorno e reconstrução (Dn 9:1-3; Ed 1:1-4).

Já vivemos um tempo em que ser “crente” no Brasil era motivo de chacota. Era se identificar com um povo minoritário, humilde, sem expressão ou influência. Mas também era um povo de oração, de palavra, de compromisso, separado e determinado em seu propósito de exaltar o seu Salvador. O tempo passou, a Igreja cresceu, avançou e progrediu; e tudo isso foi muito bom. O que não foi bom, é que, aos poucos, ela também foi perdendo sua postura original. Agora o testemunho já não é tão eficaz, os líderes se corromperam, as portas se abriram para o mundanismo e materialismo, além da vida espiritual ter se tornado medíocre. É claro que com tudo isso, os pecados contra Deus e as pessoas se tornaram cotidianos e sem arrependimento. Considerando que a Igreja de um povo é o sal e a luz deste povo ( Mt 5:13 e 14), uma consequência natural deste desvio de caráter e conduta, resultaram na bem conhecida miséria, violência, corrupção, maldição e todo tipo de derrota experimentadas no Brasil.

Vendo todo o mal que se estava espalhando em nossa nação, Deus começou a chamar a Igreja para o arrependimento. Profetas de dentro e de fora do país começaram a ser levantados para dizer das grandes promessas que tínhamos, mas precisávamos humildemente voltar para o Pai. Infelizmente, a cegueira e surdez causadas pelos nossos grandes templos, grandes pregadores, grandes congressos, grandes estratégias, grandes métodos, grandes cantores e grupos de louvor, grandes denominações, grandes “avivamentos”, e todas as “grandes” coisas que a Igreja moderna estava fazendo; a impedia de dar a devida atenção ao seu Senhor. Quando a longanimidade termina e o tempo de espera acaba, não resta outra alternativa, a não ser fazer o povo compreender quem é que manda.

É possível assistir pela mídia todo o juízo condenatório do Juiz de toda a terra sobre o Brasil. Ele está usando a Justiça da terra para punir as autoridades políticas e os que se dizem poderosos em nosso país. Pela história e cultura que temos, todos sabemos que se não fora o Senhor pra fazer isso, seria impossível ouvir as notícias que temos visto e ouvido. No entanto, o que não podemos deixar de observar, é que o juízo começa pela casa de Deus (IPe 4:17). É preciso lembrar que a quem mais é dado, mais será cobrado (Lc 12:48). O ímpio que está sendo julgado e condenado pelo que fez, ainda que errado, fez dentro daquilo que era coerente com o mundanismo do seu entendimento corrupto e egoísta. Mas e os que estão na Casa de Deus? E os que são habitação do Espírito Santo? E os que recebem Palavra semana após semana? E os que deram suas vidas a Cristo e o chamam de Senhor?

Como explicar que essa Igreja tenha deixado seu primeiro amor? Tenha deixado Jesus de fora do seu coração? Como explicar que ela tenha abandonado a fé pura e genuína, se tornando incrédula? Por que se tornou fria e indiferente em relação ao amor a Deus e ao próximo? Como ela deixou de cobrir a nação com intercessão fervorosa? Como ela deixou que os principados e potestades passassem a governar o Brasil, difundindo suas religiões, seitas e heresias? Como ela não guardou suas portas, e deixou o mundanismo e o materialismo entrarem? Como ela parou de orar com fervor, de adorar com fervor e de ler a Bíblia com interesse? Se Jesus, o Cristo, fez tudo o que fez para dar à sua Igreja o privilégio de poder viver tudo isso e muito mais, como vamos nos justificar por todas essas falhas?

Deus está soando sua trombeta fortemente sobre toda a nação. Mas os primeiros a ouvir tem que ser o seu povo (Jl 2:1,15-17). E se o seu povo não quiser ouvir, Ele está fazendo um grande esforço pra que agente O ouça; e isso para o nosso próprio bem. E todos sabemos que não há nada melhor pra fazer “crentes surdos” como nós ouvirem a Deus do que o aumento do “fogo” e da “pressão”. As crises que estamos enfrentando nas finanças, na saúde, nos relacionamentos, no ministério, na família, ou em qualquer área; é a “Babilônia” e o “Nabucodonosor” autorizados por Deus a aumentar o calor e a pressão. Há um plano na mente insondável do Eterno. Ele só quer nos levar de volta a Ele e nos preparar para que sejamos a verdadeira referência que o Brasil vai precisar nesta reta final até o Arrebatamento.

Todo o Brasil está sob um intenso tratamento do Altíssimo e não há quem possa escapar desse momento. O que há na verdade é uma instrução Dele para como atravessarmos este momento sem nos desesperarmos. Pelo menos é o que entendo no versículo a seguir: Vai povo meu, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti, esconde-te só por um momento, até que passe a ira (Is 26:20).
O Senhor está decidido a sarar o Brasil por meio do seu povo (IICr 7:14). Ele não vai parar o processo enquanto não tiver terminado. E sabe do que mais? Ele não colocará ninguém numa redoma a prova de seus tratamentos. Todos estarão debaixo do mesmo momento que ele estabeleceu para o nosso país. Logo, o melhor a fazer é seguir sua ordem. É isso que fará e demonstrará a diferença entre o que serve o que não serve. Enquanto a ira está passando, a ordem é para entrar no seu quarto e fechar a porta. Isso fala de muitas coisas, mas vamos destacar algumas delas:

1. Não é tempo de se expor inutilmente. Se Deus te der o que falar, o que fazer e pra onde ir; vá. Do contrário, aquiete-se e saiba que Ele é Deus (Sl:46:10).

2. Também não é tempo de muitos terem acesso a você. Não é hora de ouvir e ver muita gente. É hora de isolar-se com Deus (Mt 6:6). Neste isolamento com o Pai é preciso:

a) buscá-Lo intensa e desesperadamente (Jr 29:13)

b) ter prazer em ficar a sós com Ele (Ct 5:10-16)

c) ouvi-Lo em meio à adoração, oração e leitura da Palavra. Isso vai gerar uma poderosa intercessão profética (Mt 6:10; Ap 8:3-5)

3. Não é necessário se desesperar com o fogo e a pressão, pois os mesmos fazem parte da ira e tem um tempo determinado para acabar. Tudo isso vai durar “apenas um momento” (IPe 1:7; 4:12-16).

E por que tudo isso? O versículo seguinte explica: vede, o Senhor sairá do seu lugar, para castigar os moradores da terra, por causa da sua iniquidade. A terra descobrirá o seu sangue, não encobrirá mais aqueles que foram mortos (Is 26:21). Este texto não deixa dúvidas de que num tempo como esse, o próprio Senhor se move para operar a obra da transformação da nação. E se Deus vai agir, quem vai poder impedi-Lo (Is 43:13). Ele escolheu responder o clamor de todos aqueles que se empenharam em invocar seu nome, a fim de que se lembrasse das suas promessas para com o Brasil (IICr 7:14; Jr 33:3).

E para que este castigo não se limite apenas ao mundo natural, o primeiro versículo do próximo capítulo do livro de Isaías, anuncia que o Senhor castigará também o próprio leviatã, a serpente veloz, e o leviatã, serpente deslizante, além de matar o dragão que está no mar (Is 27:1). Não entraremos nos detalhes sobre os poderes satânicos envolvidos nessa Palavra, mas destaco apenas que são estruturas malignas de grande envergadura na hierarquia das trevas. Talvez você esteja num momento bastante delicado de sua vida, cheio de lutas, tribulações e aflições pra vencer (Jo 16:3). No entanto, deve compreender que além de estar tendo a oportunidade de ser tratado pelo Senhor, também está envolvido na geração de uma poderosa cura para a Igreja e para a nação. Está envolvido também numa grande guerra espiritual, que definirá em que mãos ficará o controle do Brasil nas mais diversas esferas. Deus é muito maior e muito mais poderoso que a serpente, o dragão e o escorpião, mas quando guerreia pela terra, o Altíssimo usa os homens na batalha. Isso trás legitimidade ao combate, pois a terra Ele a deu aos filhos dos homens (Sl 115:16).

Ainda que seja duro ser disciplinado pelo Senhor, temos certeza que Ele fará um grande trabalho em nossa vida e nos tornaremos melhores do que antes (Hb 12:1-13). Na verdade devemos considerar uma grande honra e privilégio fazermos parte desse momento. Pois se considerarmos que Ele anuncia o fim desde o princípio, saberemos que fomos desenhados para este tempo e propósito (Is 46:10). Saberemos que já temos em nós todas as características necessárias para suportarmos a ira que resultará em tratamento, e que resultará em arrependimento, e que resultará em perdão, e resultará em transformação. Um novo Brasil está chegando, mas também uma nova Igreja pra cuidar dele. Aquela que o próprio Cristo edifica, que não teme nem se mistura com o inferno (Mt 16:18).


Ainda que o profeta Jeremias tenha profetizado a queda de Jerusalém, aquele foi um momento muito triste para ele. Ver o incêndio e a queda do templo, o sofrimento do povo e o triunfo dos invasores foi de arruinar com qualquer sonho de futuro. No entanto, ele mesmo indica qual a receita para suportar os tratamentos do Senhor: lembrar-se das misericórdias do Senhor (Lm 3:1-26). Além disso, ele mesmo já havia profetizado que este corretivo já tinha tempo determinado para acabar (Jr 29:10). Da mesma maneira, não vamos nos deixar abater nem desanimar. Vamos trazer à memória aquilo que nos dá esperança. Cada promessa do Altíssimo está bem viva diante Dele, como um memorial (Ml 3:16-18). E no tempo perfeito do Pai, cada um de seus filhos experimentará mais do que um retorno às situações físicas e naturais favoráveis, mas o retorno aos propósitos originais de Deus desde agora e para toda eternidade (Gn 1:26-28).




Estamos num momento crucial em que Deus deseja firmar a Igreja do Brasil dentro do propósito para o qual ela foi criada. ela existe para levar esta nação a cumprir seu chamado como uma plataforma de adoração, como uma grande agência missionária, e também como provedora de alimento para as nações da terra. Isso ocorrerá com jejum, oração, adoração e ação. não podemos ser apenas expectadores, mas principalmente, participantes disso tudo. Sendo assim, pedimos a você que ainda não o fez, que   assine  o manifesto do CAB à Nação Brasileira.






Os três primeiros meses do ano são tradicionalmente difíceis para a obra de Deus, principalmente para os ministérios com menor estrutura, como é o nosso caso. Temos compromissos pendentes e desejamos acertá-los. Precisamos tanto de investimentos, quanto orações. Faça isso entre você e o Senhor, sem a necessidade de identificação especial nos envelopes ou orações específicas. Caso esteja distante de nosso templo e deseje investir em nós, pode utilizar-se do "Botão Pag Seguro", à direita na página inicial. Desde já agradecemos ao Senhor e a você! Não queremos linkar esta ação com nenhum tipo de "retorno", o qual já não esteja previsto na Palavra. Para toda ação realizada em amor, o próprio Deus sondará o coração e se encarregará de honrar o que Ele mesmo disse.
Informamos também que estão suspensas as ofertas para Matola, tendo alcançado o valor de R$ 7.600,00; em 16 meses de investimento. Parabéns à todos que participaram dessa obra. Logo Deus nos indicará outra boa terra para semearmos.




Manifesto do CAB à Nação Brasileira

MANIFESTO À NAÇÃO BRASILEIRA



CONSELHO APOSTÓLICO BRASILEIRO




 





Em face dos recentes acontecimentos no cenário político nacional, o CAB (Conselho Apostólico Brasileiro), constituído em 07 de março de 2005 e composto por líderes cristãos evangélicos que assinam o presente documento, juntamente com demais pastores, líderes e cristãos que há anos oram pelo Brasil e prestam relevante serviço em favor de nossa nação, buscando contribuir com a sociedade, a cultura, e o futuro do Brasil, torna público por meio deste manifesto seu posicionamento em relação ao contexto atual, conclamando a Igreja brasileira para jejum e oração.



 



Estamos absolutamente convictos de que o Senhor, nosso Deus, reina o tempo todo, sobre tudo e todos, sem perder o controle, pois “o governo está sobre Seus ombros” (Isaías 9:6). Cremos que Ele governa as nações e todo o Universo (Salmo 103:19), estabelece e remove reis e governos (Daniel 2:21), que a resposta certa e a solução necessária vêm do Altíssimo (Provérbios 19:21; Salmo 121:2) e que, se orarmos, Ele sarará a nossa terra (II Crônicas 7:14; Tiago 5:16 c).



 



Entendemos a importância do envolvimento de todos num esforço conjunto pelo bem da nação, das famílias e cidadãos brasileiros, em defesa dos destinos de nossa Pátria, do restabelecimento da ordem, da unidade nacional, da justiça e da paz (Romanos 14:17; Mateus 6:10), sem ignorar nosso papel profético, informativo, e educacional nos púlpitos a nós confiados pelo Senhor.



Todos, portanto, no temor do Senhor, declaramos que:



 




·        
Cremos na Igreja como Corpo de Cristo, que é sua Cabeça, Senhor e Salvador, e que ela, por esta razão, vive e sempre existiu sob regime Teocrático e nunca sob a influência de qualquer ideologia política (Efésios 1:22; I Coríntios 12:27; Efésios 5:23), não podendo, portanto, aderir a nenhuma ideologia contrária à fé cristã, ser indiferente diante da corrupção, da degradação da moral, da banalização da  ética e do decoro, e a leis que ferem a justiça social como um todo e contrariam princípios da Constituição Federal.


·        
Cremos que, como cidadãos brasileiros, independentemente de nossa confissão religiosa, temos o direito e dever de participar da vida e das decisões políticas que determinam o destino da Nação.


·        
Repudiamos todo silêncio por parte das esferas políticas e religiosas que ignoram a presente crise sócio-econômica que a Nação enfrenta pela carência de governo justo, bem como o posicionamento, ainda que dissimulado, favorável a ideologias iníquas, por parte de determinada vertente evangélica.


·        
Repudiamos toda declaração e orientação que nominalmente reivindica justiça bíblica, mas que essencialmente camufla a defesa da injustiça instaurada.  


·        
Repudiamos toda prática de corrupção, de omissão e manipulação da verdade, de iniquidade, de cleptocracia, abuso de poder, e toda forma de idolatria ao Estado.


·        
Repudiamos toda elaboração e defesa de leis contrárias à família, à infância, à mulher, à moral e à decência.


·        
Repudiamos os desvios de verba pública e os desmandos nas esferas de governo que fortalecem a desigualdade social enquanto aumentam a pobreza, e o descaso para com as áreas da saúde, segurança pública, e educação.


·        
Repudiamos toda ação e tentativa de calar a voz da Igreja Cristã, toda intimidação e tentativa de impedir a nossa participação na vida política da Nação, iniciativas para torcer nossa fala e reais intenções relacionadas à mensagem do Evangelho à esfera pública em defesa da família, da infância, da moral, da coerência e do bom senso.


·        
Repudiamos toda tentativa e ação de obstrução à execução da lei e às investigações de crimes denunciados contra a Nação, o patrimônio público, a Democracia e o povo brasileiro.


·        
Repudiamos a cultura da impunidade, inaceitável em qualquer Nação Democrática, porém visível no cenário nacional. Defendemos que a Justiça e a Lei devam ser aplicadas em todos os casos e que nenhum cidadão deve estar acima delas.  


·        
Repudiamos toda ameaça à paz, à estabilidade da Nação, e à segurança da população.


·        
Repudiamos toda ação e tentativa de desarmonizar o Executivo, o Legislativo, o Judiciário, a Polícia Federal, e o Ministério Público, bem como ações e tentativas de usurpar ou obstruir sua autonomia.


·        
Repudiamos todo plano e ação do engano e da mentira, com o fim de provocar rupturas na unidade da nação e da Igreja de Cristo no Brasil, assim como, repudiamos o uso da manipulação desavergonhada para a manutenção do poder a qualquer custo.


·        
Não incentivamos o ódio, quaisquer posturas discriminatórias nem violência. Motivamos a oração e o jejum como instrumentos de ação espiritual daqueles que sabem que o Senhor julga a causa do necessitado e a injustiça dos que governam (Isaías 3:13; Salmo 96:13; Salmo 140:12).


·        
Apoiamos a continuidade das investigações sobre corrupção, bem como as que já se realizaram até o momento.  Defendemos que o povo brasileiro tem direito a informação, e que os responsáveis por crimes contra a Nação devam ser identificados e responsabilizados sob as penas da lei.



·        
Compreendemos que, a respeito do cenário nacional atual, o que há por trás de tudo o que nossos olhos têm visto e os nossos ouvidos têm ouvido é uma forte batalha espiritual pelo controle do País. Há oposição espiritual às promessas de Deus que permanecem vigentes em favor do Brasil (Isaías 55:11; Jeremias 29:11). Cremos que nosso País atravessa um período de juízo, mas que toda correção Divina produz frutos de justiça e paz (Hebreus 12:11). Cremos também que nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra principados e potestades (Efésios 6:10), mas que o Brasil pertence ao Senhor Jesus Cristo, por direito de criação e redenção, e que por isso, o Todo-Poderoso por fim se levantará e responderá a nossas preces.

Decretos do Purim / 2016



DECRETOS
PURIM 2016



Na Celebração do Purim de 2016, a Igreja de Cristo e os Ministros de Cristo, aqui representados, se levantam para segundo A Palavra de Deus, entrarem na Presença do Rei, O Justo Juiz, O Nosso Legislador, Aquele que é A NOSSA SALVAÇÃO, para recebermos Dele, O Cetro estendido de Misericórdia e o Anel de Selar de Autoridade e Poder, que simbolizam O NOME DE YESHUA, O Nome de JESUS, Nome Sobre Todo Nome.

Segundo A Palavra de Deus no Livro da Rainha Ester, tomamos por Fé os fatos e decretos ali estabelecidos para manifestarmos de igual maneira, Decretos em concordância, sobre a Igreja de Cristo no Brasil, sobre a Nação Brasileira e sobre o povo judeu em nossos dias.

Assim como o rei entregou a Casa de Haman à Rainha Ester e esta estabeleceu Mordecai como Autoridade sobre a casa daquele malvado. A Igreja de Cristo, aqui representada, (contra quem as Portas do Inferno não prevalecerão), assentados em Cristo Jesus, (como Filhos de Deus), à Destra do Pai nas maiores alturas, muito acima de principados e potestades, dá autoridade aos Ministros dos 5 Ministérios sobre todo espírito de Morte e de destruição, de corrupção e de engano levantados por Satanás, para sorrateiramente destruir o povo de Deus, e para tentar impedir que os Planos de Deus se cumpram em nossa nação e na nossa geração com a Igreja de Cristo e com o povo judeu, todo este mal, figurado na Bíblia por Amaleque e os seus descendentes.

Decretamos que assim como na Forca que Haman preparou para Mordecai, ele e seus filhos foram enforcados e assim como Ester pediu para que os corpos dos filhos de Haman ficassem expostos diante de todo o povo, A Igreja sem Piedade ou Misericórdia do Mal e de tudo e todos que estão envolvidos nesta degradação moral, política, social, nestes que acham que  “os fins justificam os meios”, que tem usado de violência, engano, roubo, corrupção, intimidação, mentiras,  para se perpetuarem no poder, cheios de orgulho e prepotência, que chamam o mal de bem e o bem de mal; este sistema que usa a “pseudo justiça social”, não para cuidarem dos pobres, órfãos e viúvas, mas, para se perpetuarem no poder, através de uma falsa democracia, que assim como os DEZ FILHOS de Haman, foram mortos e expostos, e o “número 10” na Palava de Deus fala de TOTALIDADE, que todos os envolvidos neste plano e projetos diabólicos, do maior ao menor, todos SEJAM EXPOSTOS À VERGONHA PÚBLICA, que seus nomes sejam riscados e apagados da nossa história, a não ser para que por todas as gerações sejam lembrados pela Vergonha de seus pecados e pela humilhação da sua queda.

Decretamos que A Verdade Espiritual de que NENHUM DOS OSSOS DE JESUS FORAM QUEBRADOS, e isso fala de uma Estrutura da Igreja que nunca foi tocada e jamais será, que da mesma forma que brasileiros cristãos de todos os lugares se juntaram Diante do Trono da Graça para clamarem ao Deus Todo Poderoso neste tempo de angústia, e Ele nos ouviu e tem nos ouvido, que assim como no Decreto de Mordecai os judeus puderam se ajuntar em cada cidade para se defenderem, um Avivamento na Unidade do Corpo de Cristo em cada cidade se dará e os irmãos estarão juntos de joelhos diante de Deus, para se defenderem e para se protegerem e para guerrearem contra todo intento maligno que se levante contra a Igreja de Cristo.

Decretamos que assim como Jesus orou: “que todos sejam um, e como és Tu, Oh Pai, em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em nós, para que o mundo creia que Tu me enviaste”, e segundo o que aconteceu com o decreto de Mordecai que muitos se tornaram judeus, quando viram os judeus unidos, que haverá muitas conversões extraordinárias, porque todos verão em nossa Unidade que Jesus é O Messias de Deus.
Decretamos que não estamos unidos apenas no que concordamos, aceitando todo tipo de situação abominável a Deus, apenas para sermos politicamente corretos, mas, ESTAMOS UNIDOS NA VERDADE DA PALAVRA DE DEUS, E NO EVANGELHO DO REINO, que será pregado em toda A Terra e assim, como a Igreja há de ser restaurada, O Evangelho do Reino será pregado limpo e puro de toda contaminação de outro tipo de evangelho, que consideramos MALDIÇÃO. Assim como nos dias de Samaria o Culto ao Nosso Deus foi contaminado com os cultos de deuses pagãos, vemos uma mistura abnominável em nossos dias, mas, A Palavra do Nosso Deus será Exaltada e a Igreja voltará para Deus deixando a religião e as práticas mundanas com as quais se corrompeu.

Decretamos que cada dia será mais visível em nossos dias a diferença entre a Igreja de Cristo de Philadélfia, uma Igreja talvez com Pouco Poder, mas, que guardou a Palavra e que possui uma Porta Aberta a qual ninguém pode fechar, daquela que se acha Rica e Abastada, mas, no entanto é MISERÁVEL, POBRE, CEGA E ESTÁ NUA.
Decretamos sobre a Igreja no Brasil um tempo de VERDADEIRO ARREPENDIMENTO, porque muitos comeram da mesa dos poderosos, e com eles sonharam repartir despojos, mas, agora se viram traídos e vendidos, porque se aliançaram com corruptos, ladrões e assassinos. Muitos cederam seus púlpitos para estas vozes e se contaminaram deste banquete nefasto, mas, a partir deste tempo se arrependem e voltam ao Único Deus, e dirão: “Todo Poder e sustento provém de Ti, Livramento e Salvação provém do Eterno!”

Decretamos que está acontecendo um alinhamento da Igreja de Cristo nas nações e nós a Igreja de Cristo no Brasil se alinha a este mesmo Mover do Espírito Santo e o que Deus nos falar nos ouvidos proclamaremos dos eirados sobre todas as nações da Terra em nossos dias.

Reconhecemos que é O NOSSO DEUS, quem feriu o Brasil, não reputamos nenhum outro! Tudo o que está diante dos nossos olhos sendo abalado é porque precisava ser abalado para que pudesse ser removido, sendo que o INABALÁVEL (Que É Cristo e a Sua Palavra) permanecerá firme, e por isso será O Lugar Seguro e Alto Refúgio para muitos neste tempo.
Decretamos que a VERGONHA DO BRASIL, esta ferida que está aberta e cheirando mal, não ficará assim para sempre, mas, DEUS NOS SARARÁ!
Em UMA SÓ VOZ DECLARAMOS COM FÉ COMPLETA: SIM! PODE SIM UMA NAÇÃO NASCER NUM SÓ DIA! Diga pois Oh Israel?!
Decretamos que A Igreja estará unida e poderosa para guerrear contra todo o sistema diabólico e mundial para implementação da Ideologia do Gênero, e nossos filhos e filhas estarão livres desta maldade; bem como toda a estrutura de morte para promover os abortos, e para destruir a Família segundo O Padrão de Deus estabelecido na Bíblia Sagrada.

Decretamos que assim como o povo judeu no dia marcado para a sua aniquilação pôde se defender, e milhares de pessoas que se levantaram contra eles pereceu, que nós estaremos unidos e atentos para os embates que ainda virão, mas, da mesma maneira que o povo de Deus não tomou os despojos de seus opressores, embora pudessem fazê-lo segundo o Decreto de Mordecai, que também nós povo de Deus em nossa nação, não olhamos para os despojos desta batalha, pois não lutamos contra carne e sangue, mas, contra principados e potestades deste Mundo Tenebroso e queremos a Paz e a Restauração de nossa nação e a unidade de nosso povo.

Decretamos que a Igreja se desperta para a Realidade Espiritual que nós temos UM REI SOBRE NÓS, e que embora Deus levantou Ester, Mordecai, Daniel, Misael, Ananias, Azarias, José, e tantos outros na história para influenciarem Reis e Governantes, nós ainda REINAREMOS COM CRISTO, sobre todas as nações da Terra, e os nossos olhos se abrem para a realidade que O Sistema DEMOCRÁTICO, que durante muito tempo parecia O MELHOR para todos, tem a cada dia se demonstrado FALIDO, CORROMPIDO e INÚTIL, já que pode ser manipulado pelos que se acham investidos de autoridade, e por isso clamamos: DEUS REINA SOBRE NÓS! Quisemos durante muito tempo ser como os outros povos desta Terra que possuem seus governantes e reis, mas, vimos que através disto demos as costas para O TEU REINO SOBRE nós.  Oh Deus, nos perdoa! Isso é a razão da nossa desgraça e ruína.

Com Fé completa cremos que O Nosso DEUS nos deu a Jesus Cristo, para tornar-se O Cabeça de todas as coisas e por isso cremos que em todas áreas de atuação humana resguardadas pelas leis, moral e ética bíblica o Nosso Deus pode colocar seus servos em posição de destaque sem que nenhum de seus servos fiéis queiram se beneficiar deste Mundo e de seu governo espiritual, que passará, pois os Reinos desse Mundo passarão e tudo será do Nosso Deus e do Seu Messias Glorioso.

Decretamos que o povo judeu não está sozinho, mas, O PODEROSO DE JACÓ, é seu Refúgio e Esconderijo. Que as setenta nações os cerquem, que os muros que os tem protegido caiam, “Como em volta de Jerusalém estão os montes, assim é O Eterno em volta do seu povo!”  e “Eis que não cochila e nem dorme O Guarda de Israel!” Deus não os desamparará!

Decretamos que a Igreja reconhece que dos dois povos O Eterno fez um, destruindo a parede de separação, e que A Igreja se desperta para a realidade de que o povo judeu não é como mais um dos povos desta Terra, mas, assim como A Igreja é um povo comprado dentre todas as nações, línguas, povos e tribos, para sermos um Reino de Sacerdotes ao nosso Deus, e por isso,  tomamos a posição ao lado do povo judeu, e como Rute disse a Noemi declaramos: “Seu povo é O Nosso povo e O Teu Deus o Nosso Deus!” e ainda como diz o Salmista: “Que minha mão direita resseque e que minha língua grude no céu da boca se eu me esquecer de ti Jerusalém (Povo judeu), para desejar o teu bem por todos os dias da minha vida.”

Decretamos que como Igreja tomamos Os Altos Louvores ao Nosso Deus e a Espada de dois gumes (que É A Palavra de Deus), para executar O JUÍZO ESCRITO DO NOSSO DEUS, prendendo em cadeias e em grilhões os reis e os nobres, coisa que será de honra para todos os Santos do Nosso Deus.

Em Nome de Jesus Cristo de Nazaré,
B ́SHEM YESHUA HAMASHIACH.
Amém!

Ministros dos 5 Ministérios da Igreja Betlehem
Igreja Apostólica Betlehem 

Estes decretos foram realizados na noite de 27 de Março de 2016, na Igreja Betlehem, no bairro do Ipiranga em São Paulo, na Celebração da Festa de Purim. Os decretos foram feitos com um compêndio de palavras de vários ministros de algumas igrejas que estiveram juntos orando e buscando direção de Deus para este momento tão delicado que vivemos no Brasil e que temos visto na Igreja de Cristo em especial em nossa nação.

Desafiamos para que outros ministros e igrejas em reuniões solenes, façam os mesmos decretos, e como os ginetes que levaram para todo o império medo-persa as Palavras de Mordecai e de Ester, corra por toda a nossa nação e por onde estiverem espalhados brasileiros que servem a Deus, estes Decretos baseados na Palavra do Nosso Deus se tornem conhecidos.

sábado, 26 de março de 2016

Boletim Informativo da Igarf / 27 de março / 16



A CRESCENTE INFLUÊNCIA DO REINO

Muitos ministros e ministérios têm sido influenciados pela unção e sabedoria do Dr Myles Monroe, falecido em novembro de 2014. Não é diferente comigo. Deleito-me e viajo no espírito por meio de sua sabedoria e segredos revelados a ele pelo Espírito Santo. Um de seus super interessantes ensinos se refere à instrução de Jesus sobre o Reino de Deus ser semelhante ao fermento. Isso é empolgante, pois na grande maioria das vezes que o fermento é mencionado na Bíblia, ele é identificado com o pecado. É algo que começa timidamente, mas que acaba influenciando toda a humanidade. Este é o fermento acrescentado aos sistemas humanos por satanás. No entanto, nosso Senhor tem um fermento superior e muito mais perigoso e poderoso: a invasão de seu próprio Reino.

Nessa oportunidade, desejo associar este ensino com os eventos ocorridos no Livro de Ester, o qual, certamente, tem muito a ver com a situação que vivemos no Brasil atualmente. Jejuamos e oramos por isso na semana passada, baseando-nos na Festa do Purim, clamando por nossa terra e Israel.

Em Mt 13:33 Jesus conta uma parábola sobre o fermento. E este é mais um daqueles textos polêmicos, bons pra gerar uma série de debates em relação ao que Jesus realmente quis dizer. Mas como sempre costumo observar, não me interesso por debates religiosos. Vou apenas aplicar o texto de maneira que possa colocar a Igreja pra trabalhar e fazer a sua parte até o Arrebatamento (Mt 24:44-47).

Como já citado acima, compreendo que o fermento nesse texto é sim uma boa influência, e a partir desse entendimento, associando os dois textos, vamos aplicar o ensino do Dr Myles.

1. O fermento não serve pra nada dentro do pacote
Uma coisa óbvia para que o fermento faça seu trabalho, é que ele deve ser retirado de sua embalagem e inserido na massa. Hoje podemos contar a história de Mordecai, Ester e os judeus no império Medo-Persa porque o Senhor os tirou do “pacote Judá e Jerusalém”. Ali estavam todos juntos e perdidos no meio de sua religião vazia e hipócrita. Mas Nabucodonosor os obrigou a sair e foram distribuídos por toda a massa do império (Et 2:5 e 6).

2. O fermento não tem aparência, não impressiona e parece fraco.
Tanto os fermentos naturais, quanto os químicos, não causam uma impressão impactante quando são observados. Alguns com maior ou menor umidade, outros em pó e totalmente secos, o certo é que não demonstram nenhuma força ou aparência impressionante. Quando Ester aparece na história, assim como o povo do qual fazia parte, não tem aparência nenhuma. O nome original de Ester é Hadassa. Este significa murta, a qual é uma planta que nasce em lugares baixos, vales e desertos. Como em Israel, nomes revelam características, realmente não se podia esperar muito dessa moça.

3. O fermento nunca fica intimidado com o tamanho da massa
Em relação à quantidade da massa envolvida em uma receita, a porção de fermento é sempre muito menor. No entanto, isso não impede que o fermento faça o seu trabalho. Ora, sabemos que nos dias de Ester, a Medo-Pérsia era o império dominante, reinando sobre cento e vinte e sete províncias. No meio delas estavam os insignificantes judeus, e entre estes, um tal de Mordecai e sua prima Hadassa. No entanto, na hora em que surge uma oportunidade de se tornar Ester, Mordecai não se intimidou com as virgens de nações maiores e mais poderosas, mas enviou sua prima para participar do concurso. Eles não se intimidaram.

4. O fermento também não intimida a massa
Entre todos os ingredientes que se coloca em uma receita, o fermento é apenas mais um deles. Ele não se impõe. É muito interessante notar que embora Ester fizesse parte do “povo da aliança”, descendentes de Abraão e Davi, e como tais, ascendentes do Messias, não usaram nada disso para pleitear qualquer direito. Na verdade, Mordecai instruiu Ester a não falar de que povo era.

5. O fermento trabalha em silêncio
Ainda que todos os ingredientes de uma receita tenham seu papel, o fermento é um dos que tenham uma função mais ativa. Porém, não faz nenhum barulho em seu trabalho. Novamente destacamos o fato de Mordecai ter instruído sua prima a trabalhar calada, sem identificar seu povo. O próprio Mordecai desbarata uma trama contra o imperador, mas não reivindica reconhecimento nenhum.

6. O fermento nunca se torna a massa, mas a massa se torna o fermento
Na massa onde o fermento é inserido acontece uma transformação completa, mas o fermento não recebe nada de influência da massa. Todos se prostravam diante do amalequita Haman, mas o judeu Mordecai se recusou terminantemente a render-se perante alguém que não passava de um enviado de satanás. Ele não fazia parte da massa de povos que formavam o império.

7. O fermento não pode ser retirado da massa
Se alguém está preparando uma receita, e depois de ter colocado o fermento, tenta retirá-lo, isto é impossível. Ele se misturou à massa e agora vai começar o seu trabalho. Ester já tem um lugar no reino. Mordecai já denunciou um plano para matar Assuero. Os judeus já estão espalhados pelo império. Ainda que Haman lance sortes e tenha planos malignos, é impossível aniquilá-los agora, pois já foram inseridos na massa medo-persa.

8. O fermento é ativado pelo calor
É interessante como temos problemas ao comprarmos nossos tradicionais pães franceses para o nosso café em épocas mais frias. Encontramos pães bem menos atraentes em épocas assim. Por quê? Porque o fermento trabalha melhor com temperaturas mais quentes. As receitas depois de prontas, passam pelo forno ou algum outro tipo de calor pra cozimento e ativação do fermento. Quando sai o primeiro decreto do rei declarando a vontade de Haman para destruir os judeus, o fogo foi aceso e a pressão aumentou. Imediatamente Mordecai, depois Ester e por fim todos os judeus começaram a agir. O calor da perseguição os estava ativando.

9. É possível ver a ação do fermento
Ainda que o fermento não tenha aparência e seja tão silencioso, é impossível não perceber sua ação em uma massa ou receita. Na hora que todos os judeus foram expostos ao calor da perseguição, foi possível ver Mordecai trabalhando para convencer Ester a se levantar. Foi possível ver Ester trabalhando para entrar na presença do rei e denunciar Haman e sua trama. Foi possível ver os judeus jejuando por livramento.

10. O fermento influencia toda a massa
O fermento misturado à massa fará com que toda ela experimente seu impacto. Quando Mordecai, Ester e os judeus começaram a se defender pela força do novo decreto, muitos que não eram judeus, se fizeram como tais. E o texto bíblico diz que isso aconteceu por causa to temor dos judeus que veio sobre todo aqueles povos.

Nós da Igreja brasileira, sabemos que não somos o Reino, mas enviados como cidadãos do Reino para revelá-lo no momento oportuno.

1. Quando estamos reunidos em nossos cultos e ambientes igrejeiros é uma grande bênção. Tem comunhão; tem louvor, adoração e celebração; tem testemunhos; pregações; revelações e poderosas ações do nosso Deus. No entanto, nesses momentos, nos parecemos mais com o fermento dentro do pacote. Nosso potencial de influência não pode ser muito aproveitado, pois quase todo o grupo já foi tocado por alguma outra fermentação anteriormente. O Brasil agora está carente de que saiamos de nossas reuniões e comecemos a tocar tudo o que estiver ao nosso redor com a invasão do Reino de Deus que habita em nós. Seja no trabalho, na escola, na faculdade, na vizinhança, etc., libere a cultura do Reino (Mc 16:15).

2. Diante das religiões, da política, da economia, da educação, da mídia, do entretenimento, dos negócios, da ciência, das legislações e justiça deste mundo; a Igreja e a implantação do Reino não parecem muita coisa. Podemos nos intimidar e entregar o Brasil para estes sistemas, ou então, podemos nos lembrar de Ester, Mordecai, os judeus e todos os heróis bíblicos e nos levantar. Pois mesmo sem aparência nenhuma, temos certeza que o Reino que nunca terá fim está dentro de nós e podemos servir nossa terra com ele (Lc 17: 20 e 21).

3. O Brasil é tão grande. Há subculturas dentro de nossa cultura. Existem diferentes maneiras de falar nas mais variadas regiões do nosso país. Lugares tão ricos e outros tão miseráveis. No Brasil tem gente de tantas nações diferentes. Será mesmo que é possível espalhar o poder e a verdade do Reino de Deus num lugar tão grande e diverso? Essas e outras características estavam no império Medo-Persa, mas não puderam intimidar Mordecai, o qual lançou sua prima e também os judeus para marcarem seus dias.

4. É sabido que a população brasileira tem ido às ruas para protestar e pedir mudanças; o que é legítimo num país democrático. No entanto, sabemos que há questões espirituais envolvidas na crise política e institucional que nunca serão mudadas pelo grito dessas massas. Somente a batalha espiritual contra os poderes das trevas trará a verdadeira vitória á nossa nação. Mesmo sabendo de tudo isso, não precisamos enfiar nosso conhecimento e estratégia goela a baixo dos que ainda não entendem isso. Os judeus não se impuseram sobre os outros povos, Jesus não se impôs enquanto estava na terra e nós também não vamos precisar intimidar ninguém para que se renda ao Reino do Filho do amor de Deus (Is 42:1-4).

5. Entrando em nosso quarto, com jejum, choro e pranto, fechemos nossa porta e falemos com Aquele que vê secretamente. Respondendo à Santa Convocação do Senhor pra compormos uma Assembleia Solene de quebrantamento e humilhação diante de Deus. Em nosso “silêncio” veremos o Brasil transformado (Mt 6:5-18).
6. Sem sermos influenciados, havemos de influencias e impactar o Brasil com a cultura do Reino. Com sua paz, com sua justiça, com sua verdade, com sua liberdade, com sua alegria, com sua santidade, com seu amor e com sua vida (Jr 15:19).

7. Só há um que nos pode retirar da massa: o próprio Deus que nos enviou a ela. Há muitas tramas para calar o povo de Deus e para alterar as leis que promovem valores bíblicos. Mas se realmente o Reino de Deus é como fermento e ele está dentro de nós, ninguém vai conseguir nos arrancar das posições de influência deste país, até o arrebatamento. Assim como não se retira o fermento da massa, já é tarde demais para nos arrancar das posições que nos deu o Senhor (Mt 5:13-16).

8. Isto não significa que não haverá confrontos e perseguições. Muito pelo contrário. É exatamente o que podemos esperar nos próximos anos, até o Arrebatamento. O que não pode acontecer é pararmos o nosso trabalho por causa delas. Se o calor e a pressão aumentarem, precisamos estar prontos para sermos ativados nas áreas que ainda estão adormecidas. Entre nós ainda há muitos que são como Ester, e precisam de um aperto pra entrar na presença do rei. Há uma rainha que está para acordar e entrar na Presença do Rei. Ninguém gosta do calor da perseguição, mas se isso desperta a Igreja do Brasil, que assim seja (At 8:1-4)!

9. Por muito tempo temos visto os filhos do Reino trabalhando por seus próprios nomes, suas proprias estruturas, seus próprios reinos e sua própria glória. Que nessa última hora, talvez até mesmo por causa de situações difíceis, vejamos o trabalho do Reino por meio de uma verdadeira Igreja. Povo que serve, que ama, que ensina e prega a verdade, que mostra o Rei do Reino como Ele é, povo que não se ensoberbece nem se ufana, não compete entre si, não se divide. Um povo que trabalha no Brasil e todos podem ver e se alegrar, pois conseguem identificar o impacto e a influência do Céu na terra (At 2:37-47).


10. Infelizmente, sabemos que, por causa do livre arbítrio, muitos no Brasil ainda rejeitarão todas estas riquezas do Reino. Mas até os limites desta nação, onde quer que Deus envie seus portadores e agentes do Reino, haverá disposição para tranformar a morte em vida e a derrota em vitória. Em todo o império Medo-Persa, muitos se fizeram judeus. O fermento já foi posto na massa do Brasil e esperamos que muitos se façam do Senhor por causa do temor deste nome que a Igreja prega; o Senhor Jesus Cristo, o Rei do Reino (At:4:4).
































Os três primeiros meses do ano são tradicionalmente difíceis para a obra de Deus, principalmente para os ministérios com menor estrutura, como é o nosso caso. Temos compromissos pendentes e desejamos acertá-los. Precisamos tanto de investimentos, quanto orações. Faça isso entre você e o Senhor, sem a necessidade de identificação especial nos envelopes ou orações específicas. Caso esteja distante de nosso templo e deseje investir em nós, pode utilizar-se do "Botão Pag Seguro", à direita na página inicial. Desde já agradecemos ao Senhor e a você! Não queremos linkar esta ação com nenhum tipo de "retorno", o qual já não esteja previsto na Palavra. Para toda ação realizada em amor, o próprio Deus sondará o coração e se encarregará de honrar o que Ele mesmo disse.
Informamos também que estão suspensas as ofertas para Matola, tendo alcançado o valor de R$ 7.600,00; em 16 meses de investimento. Parabéns à todos que participaram dessa obra. Logo Deus nos indicará outra boa terra para semearmos.